Quem nunca ouviu um:
“A mulher precisa se valorizar”
“Ela não se dava ao respeito”
“Mas, você viu a roupa dela?”
“Nossa! Ela é tão vulgar”
“Ela podia ser mais elegante”
“Você viu o jeito que ela dança?”
E por aí vai…
Quando julgamos uma mulher, julgamos a nós mesmas.
Ao impor limites e padrões de roupas, corpos, comportamentos e condutas, restringimos a nossa própria liberdade.
A tal sororidade também é sobre isso.
Precisamos baixar nossos julgamentos, estender mais nossas mãos do que nossos dedos.

Quando julgamos, o fazemos pela nossa lente.
Quem disse que a nossa lente é a única?
Quem disse que a nossa lente enxerga o outro?
Julgar é reduzir a realidade do outro ao seu entendimento.
“Não julgue e você nunca estará errado.” Jean-Jacques Rousseau

