Que mãe você quer ser?

Escuto muito no meu círculo e nas redes que quando nasce uma mãe, nasce uma culpa.

De fato, percebemos o quanto se exige das mães. Os padrões sociais chegam também às mães com as imposições sociais, de comportamento, de desejos e de posturas.

Querem que a mãe seja a melhor cozinheira, cuidadora, profissional, amante e que ainda esteja impecável esteticamente, uma verdadeira heroína, uma mulher maravilha.

Por mais que trabalhemos nossas questões com essa imposição, de alguma forma ou em algum nível somos todas afetadas por essa pressão, ainda que nem sejamos mães. Ainda que nem queiramos nos aventurar na jornada da maternidade.

Mulheres que decidem não gerar uma vida são julgadas e não compreendidas.

Precisamos nos questionar de onde vem essas imposições, de onde se originam nossos desejos, precisamos nos questionar se estamos seguindo “check lists” intermináveis ou sem sentido, ou se de fato somos guiados por nossos quereres. É importante conversarmos mais sobre o que é uma maternidade real e minimizar os efeitos dessa romantização do ser mãe.

 

E eu volto à pergunta: Que mãe você quer ser?

Você mesma!

Se tivesse a liberdade de escolher como gerar e criar seus filhos, como seria?

Ainda não sou mãe, tenho bons exemplos próximos a mim.

Pelo que vejo, a maternidade transforma sim. O amor transcende.

O que posso dizer é: Independente do tipo de mãe que você escolher ser, busque livrar-se das culpas, busque informação, mas não se intoxique por ela.

O amor guia as melhores escolhas. A intenção da mãe que ama é a melhor intenção.

 

Feliz Dia das Mães.

Feliz Dia do Alivie essa Culpa.

 

Lívia Ramalho

 

 

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